
O que poucos explicam é que os militares não passaram por uma reforma previdenciária comum.
O que houve foi uma reestruturação do sistema, com mudanças profundas na carreira, no tempo de serviço e nas contribuições.
Algumas verdades que quase ninguém detalha:
• O tempo mínimo de serviço aumentou.
• A contribuição passou a incidir também sobre pensionistas.
• Direitos que antes eram tratados como “vantagens” foram reorganizados como parte da estrutura da carreira.
• Não houve opção de escolha individual: a mudança foi automática.
O discurso público focou em números.
Mas a realidade se refletiu na rotina, na família e no planejamento de vida de quem veste a farda.
Essa série existe para separar versões de fatos.
Sem torcida. Sem manchete fácil.
👉 Nos próximos episódios, vamos falar sobre quem perdeu, quem ganhou e o que ficou mal explicado.
📚 Fontes:
Lei nº 13.954/2019
Caderno de Orientação sobre o Sistema de Proteção Social dos Militares das Forças Armadas
Secretaria de Economia e Finanças do Ministério da Defesa
💬 Você sentiu essas mudanças na prática?