8 de maio de 2026

Entre os dias 23 de fevereiro e 6 de março, militares da 22ª Brigada de Infantaria de Selva, em Macapá (AP), participaram de um intenso ciclo de capacitação conduzido pelo Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS).

As atividades foram divididas em duas etapas principais: Na primeira, os militares passaram pelo Estágio de Planejamento de Operações na Selva, focado na padronização de processos e na condução estratégica das operações em ambiente amazônico. Na segunda fase, foi realizado o Estágio Tático de Operações na Selva, voltado a militares já especializados, com atualização doutrinária e aperfeiçoamento técnico. O destaque fica para o fato de que essa foi a primeira vez que o CIGS empregou uma Equipe Móvel de Treinamento na área do Comando Militar do Norte. A iniciativa reforça a preparação das tropas que atuam em um dos ambientes mais desafiadores do mundo: a selva amazônica. 💬 Você teria preparo para operar em um ambiente como esse?
8 de maio de 2026

Sempre que aparece uma manchete falando em “rombo” ou “déficit” dos militares, a comparação quase sempre é feita com o INSS.

Sempre que aparece uma manchete falando em “rombo” ou “déficit” dos militares, a comparação quase sempre é feita com o INSS. Só que existe um detalhe que muita gente ignora: o sistema dos militares não é previdenciário. Ele é um modelo de proteção social, criado para garantir a existência e a prontidão das Forças Armadas. Na prática, isso muda tudo. O militar não contribui para a própria inatividade como acontece no regime civil. A passagem para a reserva não é uma aposentadoria comum. E a carreira exige disponibilidade, risco e limitações que não existem em outras profissões. Além disso, existe um ponto que distorce ainda mais o debate: o chamado “déficit” parte de uma lógica errada. Ele tenta analisar um modelo que não foi feito para se sustentar com contribuições individuais, como se fosse um sistema previdenciário tradicional. É como cobrar equilíbrio financeiro de algo que, por definição, é custeado pelo Estado, assim como qualquer estrutura de defesa nacional. O resultado? Comparações rasas, números mal interpretados e uma narrativa que não explica a realidade. Discutir gasto público é importante. Mas entender o que está sendo comparado é essencial. 💬 Você já tinha visto essa diferença sendo explicada assim?
8 de maio de 2026

O Superior Tribunal Militar concedeu medidas protetivas a uma militar trans da Marinha do Brasil após denúncia de assédio sexual envolvendo um suboficial.

A decisão determina que o acusado: • mantenha distância mínima de 100 metros da vítima • não realize qualquer tipo de contato • não frequente o local de formação enquanto a militar estiver presente Além disso, a Marinha deverá adotar as providências necessárias para garantir o cumprimento das medidas. O suboficial já havia sido condenado em primeira instância a um ano de prisão e aguarda o julgamento de recurso no STM. Segundo o processo, o caso ocorreu em uma escola de formação no Rio de Janeiro e teria provocado abalo psicológico significativo na vítima, que precisou de atendimento médico após o episódio. Na decisão, o STM destacou que, mesmo sem aplicação direta da Lei Maria da Penha, é possível impor medidas protetivas com base no Código de Processo Penal, especialmente em casos que envolvem a dignidade sexual. O entendimento também reforça que a permanência de vítima e acusado no mesmo ambiente pode gerar: • revitimização • prejuízo psicológico • comprometimento da credibilidade institucional 💬 Na sua visão, decisões como essa fortalecem a proteção dentro das instituições militares?
8 de maio de 2026

Durante a Segunda Guerra Mundial, o Brasil enviou tropas para lutar na Europa ao lado dos Aliados. Entre os militares brasileiros que participaram desse momento histórico, também estavam mulheres que marcaram a história da Força Aérea Brasileira.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o Brasil enviou tropas para lutar na Europa ao lado dos Aliados. Entre os militares brasileiros que participaram desse momento histórico, também estavam mulheres que marcaram a história da Força Aérea Brasileira. Na época, foi criado o Quadro de Enfermeiras da Reserva da Aeronáutica (QERA), o primeiro grupo oficial feminino da FAB. Seis enfermeiras brasileiras, formadas pela tradicional Escola Anna Nery, foram selecionadas para atuar no apoio médico aos militares do 1º Grupo de Aviação de Caça, que operava no Teatro de Operações da Itália. Essas profissionais desempenharam um papel fundamental no atendimento aos combatentes brasileiros durante a guerra, representando um dos primeiros capítulos da presença feminina nas estruturas militares do país. As enfermeiras que fizeram parte desse grupo pioneiro foram: • Isaura Barbosa Lima • Judith Arêas • Antonina de Hollanda Martins • Ocimara Moura Ribeiro • Regina Cordeiro Bordallo • Maria Diva Campos Um exemplo de coragem, dedicação e pioneirismo que ajudou a construir a história da participação feminina nas Forças Armadas brasileiras.
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