Em 1990, o jovem cadete Márcio Lapoente da Silveira, de apenas 18 anos, morreu em decorrência de agressões durante treinamento na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em Resende (RJ).
👉 Segundo relatos, o cadete foi agredido por um capitão, chegou a ter dedos esmagados por uma coronha de fuzil e, mesmo inconsciente, permaneceu exposto ao sol. Foi levado ao hospital, mas não resistiu.
📜 Após mais de três décadas de batalha judicial, a Advocacia-Geral da União (AGU) firmou um acordo de R$ 2 milhões em favor da mãe e do irmão do cadete.
🌍 O caso chegou até a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (OEA), onde o Brasil reconheceu sua responsabilidade pela violação dos direitos fundamentais do militar.
🔎 Casos como este evidenciam a importância da luta por justiça e pela reparação de direitos, mesmo diante da demora do Estado.
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