
Com essa mudança, a Marinha se torna a primeira entre as Forças Armadas brasileiras a permitir a atuação plena das mulheres em áreas de alta exigência física, técnica e psicológica — reafirmando o compromisso com a igualdade, o mérito e o profissionalismo.
📜 Desde 1980, a Força vem quebrando barreiras e promovendo pioneirismo:
criou o Corpo Auxiliar Feminino da Reserva da Marinha;
promoveu a primeira mulher ao posto de Oficial-General (2012);
formou a primeira turma feminina da Escola Naval (2014);
e, mais recentemente, admitiu alunas no Colégio Naval (2023).
Em 2025, as Soldados Fuzileiros Navais Ana Beatriz Lugon Loureiro e Jennifer Alves Assunção se tornaram as primeiras a operar o veículo blindado JLTV 4×4, em uma operação real.
Para a Capitão-Tenente Débora Sabino, primeira mulher fuzileira a participar de uma missão de paz:
“A presença feminina no setor operativo mostra que a competência e a dedicação são os verdadeiros critérios para atuar em qualquer área da Marinha.”
Esses avanços reafirmam a Marinha como pioneira na integração feminina nas Forças Armadas e fortalecem o exemplo de que disciplina, preparo e mérito não têm gênero.
📚 Fonte: Marinha do Brasil
⚖️ Jalil Gubiani Advocacia Militar
Atuação especializada na defesa dos militares e de suas famílias.
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