A presença feminina no Exército Brasileiro deixou de ser pontual e passou a integrar, de forma estruturada, os quadros da Força.


O primeiro marco histórico ocorreu na década de 1940, com a atuação de enfermeiras na Força Expedicionária Brasileira. A partir da década de 1980, o ingresso feminino passou a ocorrer nos quadros técnicos e administrativos. Hoje, mulheres ocupam funções estratégicas, operacionais e de liderança.
O crescimento do alistamento feminino voluntário representa uma mudança relevante no perfil de ingresso. Diferentemente da obrigatoriedade imposta aos homens, muitas candidatas optam pelo serviço militar por escolha própria, reforçando o compromisso institucional.
No Estágio de Adaptação e Serviço (EAS), profissionais de saúde ingressam como oficiais temporários, ampliando a capacidade técnica da Força. Na recente incorporação realizada em Brasília, 66 aspirantes iniciaram o estágio, sendo 44 mulheres — número que evidencia a consolidação dessa presença.
A ampliação da participação feminina não se limita à representatividade. Trata-se de evolução organizacional, fortalecimento de quadros e modernização institucional.
📌 A presença feminina nas Forças Armadas é um tema que merece análise técnica e histórica.
Qual sua visão sobre essa evolução institucional?

Laís Jalil Gubiani
Laís Jalil Gubiani
Laís é advogada especialista em Direito Militar. Com mais de 10 anos de experiência na defesa dos militares com muitos êxitos em diversos temas relacionado ao Exército Brasileiro, Marinha do Brasil e Aeronáutica.

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