
O jovem participava de uma instrução de natação no Comando de Operações Especiais (CopEsp), em Goiânia, quando passou mal durante um exercício de flutuação em tanque tático. Ele foi imediatamente socorrido, recebeu atendimento da equipe de saúde presente no local e foi encaminhado ao Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (HUGOL), onde permaneceu internado em UTI. Dias depois, foi confirmada a morte encefálica.
Relatos de pessoas próximas afirmam que Rafael tinha receio de atividades aquáticas e demonstrava insegurança antes da instrução. Também há questionamentos da família sobre as circunstâncias do atendimento, pontos que deverão ser esclarecidos pelas investigações.
Em nota oficial, o Exército informou que o militar estava acompanhado por instrutor durante a atividade, recebeu atendimento imediato e que todas as circunstâncias do ocorrido permanecem sob apuração.
O caso reacende um debate importante sobre avaliação prévia dos militares, protocolos de segurança em instruções de maior risco e procedimentos de resposta em situações de emergência, temas que deverão ser analisados conforme o andamento das investigações.