Mas alguns erros podem dificultar bastante a defesa do caso. Entre os mais comuns estão: ❌ aceitar o licenciamento sem compreender sua situação médica e jurídica; ❌ não guardar laudos, exames, atestados, prontuários e documentos produzidos durante o serviço; ❌ comunicar o problema de saúde apenas verbalmente, sem registro formal; ❌ deixar passar longos períodos sem buscar orientação; ❌ acreditar que a baixa encerra definitivamente qualquer discussão. O direito dependerá das circunstâncias concretas: quando a doença ou o acidente ocorreu, se existe relação com o serviço, qual era o grau de incapacidade no momento do licenciamento e quais regras estavam vigentes naquela data. Em alguns casos, o militar temporário pode ter direito à reintegração para tratamento de saúde. Em outros, pode caber o encostamento ou até mesmo a reforma, desde que os requisitos legais estejam comprovados. Por isso, não basta afirmar que o problema surgiu durante o período militar. É necessário construir uma prova consistente, demonstrando o histórico clínico, as comunicações feitas à Administração e as condições existentes quando ocorreu o desligamento. Quanto mais cedo o caso for analisado, maiores são as possibilidades de preservar documentos, questionar irregularidades e adotar a medida adequada. Foi licenciado enquanto estava doente ou após […]