8 de maio de 2026

Durante a Segunda Guerra Mundial, o Brasil enviou tropas para lutar na Europa ao lado dos Aliados. Entre os militares brasileiros que participaram desse momento histórico, também estavam mulheres que marcaram a história da Força Aérea Brasileira.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o Brasil enviou tropas para lutar na Europa ao lado dos Aliados. Entre os militares brasileiros que participaram desse momento histórico, também estavam mulheres que marcaram a história da Força Aérea Brasileira. Na época, foi criado o Quadro de Enfermeiras da Reserva da Aeronáutica (QERA), o primeiro grupo oficial feminino da FAB. Seis enfermeiras brasileiras, formadas pela tradicional Escola Anna Nery, foram selecionadas para atuar no apoio médico aos militares do 1º Grupo de Aviação de Caça, que operava no Teatro de Operações da Itália. Essas profissionais desempenharam um papel fundamental no atendimento aos combatentes brasileiros durante a guerra, representando um dos primeiros capítulos da presença feminina nas estruturas militares do país. As enfermeiras que fizeram parte desse grupo pioneiro foram: • Isaura Barbosa Lima • Judith Arêas • Antonina de Hollanda Martins • Ocimara Moura Ribeiro • Regina Cordeiro Bordallo • Maria Diva Campos Um exemplo de coragem, dedicação e pioneirismo que ajudou a construir a história da participação feminina nas Forças Armadas brasileiras.
8 de maio de 2026

O Ministério Público Militar lançou o aplicativo SentinELAS, uma nova ferramenta digital voltada à orientação e proteção de mulheres que ingressam nas Forças Armadas.

A iniciativa surge em um momento histórico: pela primeira vez, mulheres passam a ingressar diretamente na base da carreira militar por meio do Serviço Militar Inicial Feminino. O aplicativo foi criado para ampliar o acesso à informação e fortalecer mecanismos de prevenção e denúncia dentro do ambiente militar. Entre os recursos disponíveis estão: • cartilhas informativas • vídeos educativos • podcasts e conteúdos interativos • orientações jurídicas • acesso a canais seguros de denúncia A ferramenta foi inspirada na cartilha “Dizer não, não é insubordinação”, desenvolvida pelo próprio Ministério Público Militar para orientar mulheres sobre seus direitos dentro da estrutura hierárquica das Forças Armadas. A expectativa é que o aplicativo esteja disponível em breve nas plataformas iOS e Android. 💬 Na sua opinião, iniciativas como essa podem contribuir para tornar o ambiente militar mais seguro para as mulheres?
8 de maio de 2026

O Brasil registra um marco importante na história das Forças Armadas.

Pela primeira vez, mulheres passam a ingressar voluntariamente no serviço militar inicial, ampliando a presença feminina na estrutura militar do país. Ao todo, 1.467 voluntárias serão incorporadas em unidades militares distribuídas por 13 estados e pelo Distrito Federal. A distribuição entre as Forças será: • 157 na Marinha • 1.010 no Exército • 300 na Força Aérea O alistamento militar segue obrigatório para homens e voluntário para mulheres. Para quem completa 18 anos em 2026, o prazo de alistamento permanece aberto até 30 de junho, com previsão de incorporação nas Forças Armadas em 2027. A medida representa mais um passo na evolução da participação feminina nas instituições militares brasileiras. 💬 O que você acha dessa ampliação da presença feminina no serviço militar?
8 de maio de 2026

O Superior Tribunal Militar decidiu manter a condenação de um ex-segundo tenente do Exército acusado de maus-tratos qualificados durante um Treinamento Físico Militar realizado em 2023.

O Superior Tribunal Militar decidiu manter a condenação de um ex-segundo tenente do Exército acusado de maus-tratos qualificados durante um Treinamento Físico Militar realizado em 2023. Segundo a denúncia do Ministério Público Militar, aspirantes teriam sido submetidos a exercícios físicos muito acima do padrão previsto. Entre eles, 200 a 250 polichinelos com chutes nos calcanhares, além de corrida de aproximadamente três quilômetros. Durante o treinamento, um dos aspirantes apresentou sinais graves de exaustão e acabou desmaiando. O militar foi diagnosticado com rabdomiólise, condição causada por lesão intensa das fibras musculares que pode levar a complicações renais graves. O quadro evoluiu para insuficiência renal aguda e síndrome compartimental. De acordo com o processo, o aspirante ficou com sequelas permanentes, incluindo lesão no nervo fibular que compromete a movimentação do pé. O STM manteve a pena de um ano e cinco meses de reclusão, com suspensão condicional da pena por dois anos. O caso também reacende um debate relevante dentro das Forças Armadas: quais são os limites da disciplina e da exigência física nos treinamentos militares, especialmente quando existem protocolos médicos e regras de segurança estabelecidas. 💬 Na sua visão, onde deve estar o limite entre disciplina e excesso em treinamentos militares?
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